Uma das grandes preocupações mundiais em saúde na atualidade é a deficiência da vitamina D nas pessoas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que metade da população em todo o mundo, ou seja, 3,6 bilhões de pessoas, têm níveis de vitamina D abaixo do ideal.

Um dado interessante foi apresentado por uma pesquisa norte-americana, a National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES): 90% de negros, hispânicos e asiáticos têm níveis insuficientes de vitamina D, enquanto o percentual cai para 60% entre a população branca.

Por conta de números como esses, a classe médica considera que vivemos uma “epidemia” mundial pela falta dessa, que também é popularmente chamada de “vitamina do sol”. Isso porque os raios solares são os responsáveis por ativar a vitamina D que já temos presente em nosso corpo.

Doenças relacionadas

A preocupação dos médicos tem sentido, porque a vitamina D traz uma série de benefícios para as pessoas e sua deficiência, por outro lado, pode desencadear diversas doenças.

Você já deve ter ouvido falar que a falta de vitamina D nas crianças causa o Raquitismo, assim como leva os idosos à Osteoporose. Isso é verdade, mas sua deficiência também está associada a vários outros problemas de saúde. Veja quais são os principais:

  • Raquitismo: amolecimento e enfraquecimento dos ossos, essencialmente em crianças, o que pode causar deformidades ósseas.
  • Osteoporose: mais frequente na terceira idade, o paciente apresenta perda de massa e de densidade óssea, deixando os ossos mais porosos e suscetíveis a fraturas.
  • Osteomalacia: também chamada de raquitismo adulto, é o enfraquecimento por desmineralização dos ossos.
  • Artrite reumatoide: doença inflamatória crônica e autoimune, que afeta várias articulações (mãos, punhos, cotovelos, joelhos, tornozelos, pés, ombros, coluna cervical) e até órgãos como pulmões, rins e coração.
  • Gripes e infecções: recorrentes e prolongadas – problemas simples como esses podem ser causados quando o sistema imunológico está fragilizado, produzindo menos anticorpos do que deveria.
  • Déficit cognitivo: condição que prejudica a concentração e aprendizado; pode interferir também na memória.
  • Doença renal crônica: patologia que provoca alterações que afetam a estrutura e a função dos rins; essa doença, porém, pode ser desencadeada tanto pela deficiência da vitamina D quanto pela hipervitaminose (níveis de vitamina D muito altos).

Diversos estudos também relacionam a deficiência de vitamina D com Asma, Autismo, Esquizofrenia, problemas cardiovasculares, além de cansaço, alterações de humor, fraqueza e dores musculares, entre outros.

Os benefícios

Sendo assim, podemos dizer que a vitamina D tem um papel fundamental em todo o nosso organismo, fortalecendo o sistema imunológico. Além de estar por trás de ossos mais fortes, ela atua como um regulador da presença de cálcio e ferro no sangue e da secreção de insulina, e como um controlador da pressão arterial e das funções cardíacas. A vitamina D também combate doenças autoimunes, previne a calvície, favorece a força muscular, melhora o equilíbrio, minimiza o processo de envelhecimento.

O papel do sol

A vitamina D é um grupo de moléculas e atua como um hormônio. As pessoas têm, na pele, um composto químico chamado 7-dehidrocolesterol. Quando nos expomos ao sol, esse composto é convertido em pré-vitamina, que é transportada por uma proteína até o fígado, onde é modificada. Na sequência, vai para os rins, quando é metabolizada para se tornar a vitamina D ativa. A partir daí, ela viaja para vários órgãos e tecidos, com ações diferenciadas.

A vitamina D, que é ativada pelo sol, deveria suprir entre 80% e 90% da quantidade que necessitamos, e o restante viria de alimentos, como leite, ovos, alguns peixes, como salmão e sardinha, entre outros.

Então, além da dieta rica em vitamina D, precisamos tomar sol todos os dias, por cerca de 10 a 20 minutos. O horário para essa exposição tem que ser entre 10h e 16h, quando há maior quantidade de raios UVB. Para que ativação ocorra, a pessoa tem que ter grande parte do corpo à mostra – pelo menos, braços e pernas – e sem protetor solar, porque ele barra quase todo o efeito da radiação na nossa pele.

É bom lembrar, porém, que é a radiação UVB que também pode causar as queimaduras e o câncer de pele, por exemplo.
Por conta de tantos pré-requisitos é que, provavelmente, estejamos vivendo essa epidemia de falta de vitamina D. Como alternativa, temos os suplementos alimentares que abastecem nosso organismo com ela.

Agora, se você está focado em garantir as doses de vitamina D com a alimentação e com a exposição solar, recomendamos atenção ao tempo sob o sol sem proteção. Deixe braços e pernas expostos à radiação, mas use o protetor solar no rosto, em que a pele é mais sensível.

Se for continuar tomando sol, lembre-se de se proteger depois dos primeiros 20 minutos com um produto de boa qualidade e FPS indicado para seu tipo e sensibilidade de pele. Se mesmo assim você ficar ardendo, utilize um produto pós- sol. Caladryl® tem tudo para a proteção da sua pele, desde protetores solares até pós-sol.

Dessa forma, você garantirá uma boa dose de vitamina D, mas evitará os desconfortos e problemas decorrentes do excesso de tempo sob os raios ultravioletas.