A idade passa e não tem jeito, a gente envelhece mesmo. Não tem como lutar contra o tempo, mas podemos, sim, atrasar essa consequência natural na nossa pele. Quanto mais cedo começarmos a cuidar da pele, mais vamos atrasar o impacto do tempo sobre ela.

Rosto, pescoço, colo e mãos são as áreas do nosso corpo que apresentam os primeiros sinais de envelhecimento. E ninguém quer entregar assim de graça sua idade – ou, pior, parecer mais velho do que é.

Alimentação balanceada com muitas frutas e verduras, evitando o excesso de gordura, massas, sal e açúcar; beber dois litros de água diariamente; dormir oito horas por dia; consumir bebidas alcoólicas com moderação – ou cortá-las –; não fumar e nem usar outras drogas; praticar exercícios físicos com frequência.

Essas são dicas para manter a beleza da pele com o passar dos anos, num processo de dentro para fora. Mas não basta. No dia a dia, estamos expostos aos chamados agentes externos, como a luz do sol e a poluição – esta última principalmente nas grandes cidades.

Ambos os fatores sobre nossa pele provocam a produção de radicais livres, que são moléculas causadoras de doenças degenerativas e do envelhecimento precoce, fazendo surgir manchas, linhas de expressão e rugas. Naturalmente, algumas áreas do nosso corpo ficam mais sujeitas ao impacto desses agentes.

Para nos proteger deles, precisamos lavar o rosto de manhã e à noite – importante: nunca durma com maquiagem! –, com um produto de boa qualidade e indicado para o tipo de pele. Assim, tiramos superficialmente a poluição dos poros.

Logo após a limpeza matinal, o indicado é a aplicação de um protetor solar facial, que também pode ser usado no pescoço e no colo, principalmente se ficarão expostos.

Após a lavagem antes de ir dormir, é interessante passar um hidratante para manter a maciez e hidratação da região.

Uma dica: Costumamos negligenciar cuidados com as mãos, cuja pele não é tão fina quanto a do rosto e pescoço, mas, por ficar o tempo todo exposta, é bastante suscetível ao aparecimento de manchas. Então, após o uso do protetor e do hidratante, citados anteriormente, aproveite e esfregue as mãos para espalhar um pouco dos produtos nelas.

Esse ritual deve ser diário, independente se é verão, inverno, outono ou primavera. Em todas as estações, mesmo nos dias nublados, o sol continua a emitir seus raios ultravioletas para a Terra. E a pele recebe essa radiação, até quando não nos expomos diretamente ao sol. Além disso, o protetor solar de boa qualidade forma uma espécie de película sobre a pele, evitando uma ação mais impactante da poluição presente no ar.

A proteção diária, além de evitar o envelhecimento precoce e o surgimento de manchas, também evita o câncer de pele. A recomendação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) é uma colher de chá rasa de protetor solar facial, que deve ser espalhado uniformemente por todo o rosto para estar bem protegido. Se passar o dia todo em ambiente fechado, não é necessária a reaplicação, mas saiba que, se transpirar, uma nova aplicação é indicada.

O produto ideal 

No site da SBD, consta: “O fotoprotetor (ou protetor solar) ideal deve ter amplo espectro, ou seja, ter boa absorção dos raios UVA e UVB, não ser irritante, ter certa resistência à água e não manchar a roupa”. Em linhas gerais, o protetor deve ter fator de proteção solar (FPS) de, no mínimo, 30.

O protetor solar facial da Caladryl 60 FPS, indicado para todos os tipos de pele, encaixa-se perfeitamente nas recomendações. Dermatologicamente testado, é um produto oil free indicado para a pele do rosto, com proteção ao amplo espectro UVA + UVB.

Também é resistente à água e ao suor. Além de ser hipoalergênico, previne contra manchas solares e fotoenvelhecimento. O protetor facial Caladryl não obstrui os poros, hidrata a pele e tem ação antioxidante.

É bom lembrar ainda que ele não contém parabenos e nem oxibenzona, que são associados à incidência de câncer. Há estudos que relacionam a oxibenzona também ao envelhecimento precoce, além de poluir os oceanos e causar danos a algas e corais.