O dia amanheceu nublado, sem qualquer sinal do Sol, parece perfeito para ir à praia, fazer uma caminhada ou simplesmente ficar sentado numa cadeira apreciando o mar. Como não tem Sol, nem precisa de protetor solar, certo? Errado!

Nos dias nublados e chuvosos, em que o Sol não está brilhando, cerca de 80% dos raios ultravioletas (UV) atravessam as nuvens, provocando os mesmos danos à pele como acontece em dias de Sol, apenas com um pouco menos de intensidade. Por isso, não podemos deixar o protetor solar de lado, independente se está frio ou calor, se está nublado ou ensolarado.

Proteger sempre a pele, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), é fundamental, porque a exposição à radiação ultravioleta tem efeito cumulativo. Significa que pequenos danos à pele, a cada banho de sol, vão sendo acumulados com o passar dos anos. Quando estiver mais madura, a pessoa vai perceber o real estrago que o sol provocou à sua pele.

Ainda segundo a SBD, os raios UV penetram na pele, podendo provocar diversos tipos de alterações. O bronzeamento é um deles, mas há também as indesejáveis manchas, pintas, sardas, rugas, tumores benignos, além de temidos tumores cancerígenos. Isso sem falar do envelhecimento cutâneo.

O Sol emite três tipos de raios ultravioletas. O mais nocivo, chamado UVC, é barrado pela camada de ozônio. Os outros dois, o UVA e o UVB, chegam à superfície, mesmo que o tempo esteja nublado. A radiação UVB atinge somente a camada superficial da pele, a epiderme, deixando-a vermelha. É a maior responsável pelas queimaduras solares.

Os raios UVA chegam à derme, camada mais profunda que a epiderme, dando a aparência de bronzeado, mas também causam manchas e envelhecimento precoce. É essa radiação que passa mais facilmente através das nuvens, nos dias nublados. Tanto o UVA quanto o UVB, porém, podem causar câncer de pele.

Principais danos

Queimaduras

Ocorrem porque a radiação provoca danos ao DNA das células da epiderme, causando exatamente uma inflamação. Por isso, a vermelhidão e a temperatura quente na região atingida. Quando a queimadura atinge camadas mais profundas da pele, ocorrem as chamadas queimaduras de segundo e terceiro graus, quando são formadas bolhas de água.

Envelhecimento

A radiação sobre a pele aumenta os níveis de radicais livres, moléculas que destroem o colágeno, responsável pela “sustentação” da pele. Radicais livres em excesso também causam rugas e manchas.

Tumores

Segundo a SBD, “a exposição solar em excesso também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou cancerosos”, como o melanoma, por exemplo.

A velha expressão “o mormaço também queima”, portanto, não é um mito, mas real. Mesmo na ausência de sol e aparentemente sem o tal “mormaço” (expressão usada para descrever uma temperatura quente e abafada), nossa pele também sofre com os invisíveis raios ultravioletas. Por isso, não podemos deixar de protegê-la com filtro solar, com FPS elevado e indicado para o seu tipo de pele.

Encontre o seu na linha Caladryl, que dispõe de protetores solares corporais com FPS 30 e 50; facial FPS 60; e Baby & Kids FPS 60. Desenvolvidos para proteger a pele das ações nocivas das radiações UVA e UVB, eles têm ação protetora do colágeno, previnem o fotoenvelhecimento e ainda hidratam a pele, além de serem testados dermatologicamente.